domingo, 29 de julho de 2012

Luciano Bahia ''como eu te quero ''.



 

Um cara que aparceu no cenário musical com sucessos super empolgantes.

No início da década de 1980 apareceu no cenário musical com os sucessos "Carol", "Marrom glacê", "Dany" e "Highway".

Em 1988, com produção de Michael Sullivan, lançou o LP "Amor reacionário", pela gravadora BMG Ariola.

Na década de 1990 foi integrante de várias bandas.

Em 2001apresentou-se no Ballroom. O show contou com a participação especial de Sérgio Hinds (guitarrista e vocalista do grupo de rock progressivo O Terço). Na ocasião gravou seu primeiro disco ao vivo. Nesse CD incluiu sucessos antigos de sua carreira como "Carol", "Marrom glacê, "Dany" e "Highway" e as inéditas "10 minutos" (c/ Daniella Colla), "Pedro Peter Gabriel", esta, com participação especial de Nabby Clifford.










Luciano Bahia continua com o mesmo pique e irreverencia de antes e ainda melhor.



















domingo, 1 de julho de 2012

Luiz Gonzada-Dominguinhos

 


 José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, nasceu em Garanhuns - PE no ano de 1941 e iniciou sua carreira aos oito anos de idade. Em 1950, conheceu Luiz Gonzaga que deu ao cantor uma sanfona de presente. A partir daí, passa a seguir a melodia da sanfona. 

Dominguinhos inovou no sotaque da sanfona com um estilo diferenciado. Em 1956, temos o primeiro trabalho com o Rei do Baião (Luiz Gonzaga). Em 1964, lançou o primeiro LP na Catangalo de Pedro Sertanejo, um pioneiro do forró em São Paulo. 

Entre seus inúmeros sucessos, destaque para: Gostoso Demais, De Volta Pro Aconchego, Lamento Sertanejo entre outros.

Pablo Picasso- Artes

      
      Pablo Picasso (1881-1973) nasceu em Málaga, na Espanha, e tornou-se um dos mais importantes pintores do século XX. Teve contato com diferentes tendências da pintura moderna, mas destacou-se principalmente como um dos fundadores do Cubismo, corrente artística que, opondo-se à linearidade da pintura renascentista, propunha decompor os objetos em diferentes planos geométricos.

A obra de arte para os árcades
Um dos princípios fundamentais da arte greco-romana é a verossimilhança. Aristóteles dizia que a função do artista não é retratar o que acontece, mas o que poderia ter acontecido. Em outras palavras, a obra de arte não precisa ser o retrato fiel da realidade, mas precisa ter uma coerência interna que a faça assemelhar-se à verdade.

Esse princípio criado pelos gregos foi seguido pelos artistas latinos, que, por sua vez, foram imitados pelos artistas do Renascimento. No Arcadismo, esse princípio se mantém, mas, para os árcades, o que de fato assegura a qualidade da obra de arte é sua semelhança com as obras do Renascimento, que tomam por modelo.
Artes - Brasil Escola

The Acrobats ou Las Famille de Saltibanques (1005) National Gallery of Art. Washington. Seis figuras são colocadas numa paisagem não identificada. Um grupo de cinco pessoas coloca-se à esquerda e uma mulher isolada fica à direita. O grupo é compacto e está em perfeito equilíbrio com a figura só. Predominam as cores primárias, o branco e o preto. Os saltimbancos são a classes mais baixa dos acrobatas. Picasso os representou como um grupo de artistas de rua.
 

                   Pablo Picasso - O velho violonista - 1903



Capim recém cortado
cheiro de carvalho molhado
É rústica a história
que cauda perda de memória

Coisas estranhas
naquele armazém
Pessoas estranhas
em um vai-e-vem

Sinto o perfume
escuto a canção
É ele que chega
no meio da construção

Ele toca e o pássaro canta
conquistam a cidade
Traz consigo muito pouca
da merecida vaidade

Todos esperam
a resolução
Mas ele passa sem demora
como uma oração

Volta o vai-e-vem
a tranquilidade
O andante nunca volta
Se esquece da nossa cidade


(Este poema de Camilafoi inspirado na tela O violino, de Pablo Picasso)



Alegoria da , por L.S. Carmona (175253). O véu simboliza a impossibilidade de conhecer directamente as evidências.
(do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia[1] ) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
A acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo. A expressão se relaciona semanticamente com os verbos crer, acreditar, confiar e apostar, embora estes três últimos não necessariamente exprimam o sentimento de fé, posto que podem embutir dúvida parcial como reconhecimento de um possível engano. A relação da com os outros verbos, consiste em nutrir um sentimento de afeição, ou até mesmo amor, por uma hipótese a qual se acredita, ou confia, ou aposta ser verdade.[2] Portanto se uma pessoa acredita, confia ou aposta em algo, não significa necessariamente que ela tenha . Diante dessas considerações, embora não se observe oposição entre crença e racionalidade, como muitos parecem pensar, deve-se atentar para o fato de que tal oposição é real no caso da fé, principalmente no que diz respeito às suas implicações no processo de aquisição de conhecimento, que pode ser resumidas à oposição direta à dúvida e ao importante papel que essa última desempenha na aprendizagem.
É possível nutrir um sentimento de fé em relação a um pessoa, um objeto inanimado, uma ideologia, um pensamento filosófico, um sistema qualquer, um conjunto de regras, um paradigma popular social e historicamente instituido, uma base de propostas ou dogmas de uma determinada religião. Tal sentimento não se sustenta em evidências, provas ou entendimento racional (ainda que este último critério seja amplamente discutido dentro da epistemologia e possa se refletir em sofismos ou falácias que o justifiquem de modo ilusório) e, portanto, alegações baseadas em fé não são reconhecidas pela comunidade científica como parâmetro legítimo de reconhecimento ou avaliação da verdade de um postulado. É geralmente associada a experiências pessoais e herança cultural podendo ser compartilhada com outros através de relatos, principalmente (mas não exclusivamente) no contexto religioso, e usada frequentemente como justificativa para a própria crença em que se tem fé, o que caracteriza raciocínio circular.
A fé se manifesta de várias maneiras e pode estar vinculada a questões emocionais (tais como reconforto em momentos de aflição desprovidos de sinais de futura melhora, relacionando-se com esperança) e a motivos considerados moralmente nobres ou estritamente pessoais e egoístas. Pode estar direcionada a alguma razão específica (que a justifique) ou mesmo existir sem razão definida. E, como mencionado anteriormente, também não carece absolutamente de qualquer tipo de argumento racional.

Origem: Wikipédia